O mundo da dança teve seus olhares voltados para a Baixada Fluminense, onde mais de três mil pessoas, entre bailarinos, coreógrafos, técnicos e professores participaram do 20º Festival de Dança de Nova Iguaçu.

Os mais novos também subiram ao palco para dar seu show. Foto: Divulgação.

Os mais novos também subiram ao palco para dar seu show. Foto: Divulgação.

A audição do Teatro do Ballet Bolshoi no Brasil aconteceu na Academia Tereza Petsold. O Festival foi aberto na terça (27) com um coquetel onde personalidades do mundo da dança e da sociedade como Carlinhos de Jesus, Marcelo Missailides, Nelson Bornier, o casal Lauro e Nathália Gheil entre outros, marcaram presença.

Com três mil bailarinos inscritos, o Festival mobilizou o mundo da dança. Foto: Divulgação.

Com três mil bailarinos inscritos, o Festival mobilizou o mundo da dança. Foto: Divulgação.

O Festival que transformou Nova Iguaçu na capital da dança no Estado do Rio, recebeu bailarinos de vários lugares do Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar seus talentos para mais de 220 mil pessoas, além de trocar experiências e promover intercâmbio, ajudando na formação de plateia para a arte e cultura da dança na Baixada Fluminense com espetáculos de alta qualidade técnica.

A bailarina Tereza Petsold, idealizadora e diretora do Festival, que este ano chegou ao seu vigésimo ano sem interrupção, conta que o evento é um dos quatro Festivais de Dança do Brasil que conta com parceria da mais famosa companhia de dança do mundo, o Bolshoi. “Este é o segundo ano dessa importante parceria que valoriza muito nosso festival, dando a ele reconhecimento internacional”, vibra Petsold.

Durante o Festival, aconteceram audições para o famoso Ballet Bolshoi Brasil. Foto: Divulgação.

Durante o Festival, aconteceram audições para o famoso Ballet Bolshoi Brasil. Foto: Divulgação.

Programação vasta

Ainda segundo Tereza Petsold, todo cuidado é tomado com a programação que conta com oficinas, palestras, audições e gincanas entre outras atividades.

“Oferecemos todo suporte técnico, teórico para os bailarinos, para que o festival possa ajudar a formação de profissionais da dança além de formar plateia, dando a oportunidade para que as pessoas possam descobrir o poder da dança como forma de inclusão”, destacou a bailarina.