Publicado em 10/6/2010, 12:00 pm
O Estado do Rio de Janeiro terá um novo hospital na Baixada Fluminense e um novo pavilhão, destinado à agricultura familiar, na Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa) – que fica no bairro de Irajá, no subúrbio no Rio.
As obras serão viabilizadas por um empréstimo de R$ 181 milhões que o Poder Executivo vai contrair junto ao Banco do Brasil. A operação foi viabilizada, nesta quarta-feira (09/06), depois que os deputados aprovaram, em discussão única, o projeto de lei 3.119/10, que autoriza a realização da operação bancária. O texto, de autoria do governo estadual, foi aprovado na forma de um substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que ampliou o valor inicialmente solicitado, de R$ 160 milhões, para R$181 milhões. Com o aumento, o crédito, que se destinava apenas à construção de um Centro de Trauma na Baixada, permitirá também a construção do pavilhão.
“Essa ampliação atende uma reivindicação antiga de muitos parlamentares e um desejo do Governo, que agora poderá levantar recursos não só para um, mas dois importantíssimos empreendimentos para a Saúde e a Economia do estado”, afirmou o líder do Governo, e presidente da CCJ, deputado Paulo Melo.
O deputado Christino Áureo, que foi secretário de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento por três anos, comemorou a autorização. Segundo ele, o novo pavilhão beneficiará diretamente três mil produtores familiares no estado, pelo menos. “Como há rotatividade no uso dos espaços, muitos produtores poderão utilizá-lo”, explica ele, que esclareceu a vantagem da Alerj ter aproveitado a linha de crédito do Banco do Brasil para incluir o novo objeto no empréstimo.
“Estamos garantindo a construção de um espaço que beneficiará, e muito, este tipo de produção. Com ele, os produtores estarão concentrados em apenas um local e serão mais acessíveis para os compradores, o que impulsionará a venda de seus produtos. E ainda acaba com a figura do atravessador, o que encarece muito os produtos”, argumenta.
O texto será enviado ao governador Sérgio Cabral, que terá 15 dias úteis para sancionar ou veta a proposta.
Fonte: Alerj
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